Reposicionamento: quando e por que fazer?

Reposicionamento: quando e por que fazer?

Reposicionamento: quando e por que fazer?

Quais situações devemos fazer um reposicionamento da marca?

O reposicionamento de uma marca é essencial a uma empresa para valorizar ou melhorar os resultados esperados. Um planejamento realizado no estágio inicial de uma marca não será o mesmo após anos de trabalho. Seja em seu logo, cores, estratégias de comunicação, mecanismos de vendas e captação de clientes ou manutenção deles.

Tudo muda ao longo da jornada. E é preciso estar atento a todas essas questões. São elas que determinam o sucesso da sua empresa e a posicionam no mercado. Mudanças são necessárias em uma empresa. Seja para acompanhar o mercado consumidor, seja para alterar alguma identidade visual, mudar alguma proposta do negócio ou para sair de uma crise.

Se durante o caminho algo não estiver compatível com o planejamento desejado, estiver debilitado ou estagnado: mude! A empresa inteligente perceberá um impacto negativo e repensará o negócio adaptando aos novos comportamentos. Desde o relacionamento com o público, percepção de valor que os consumidores têm sobre seu produto ou serviço ou novas tendências. Se reposicionar é mostrar aos clientes que a sua empresa se importa com o que ele acredita.

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Quando a minha empresa precisa se reposicionar?

Através do planejamento estratégico ou pelo marketing da empresa dá para perceber quando há a necessidade de mudança. Muitas vezes o próprio consumidor, concorrência ou comportamento do público apresentam esta compreensão.

Para captá-la é recomendável fazer pesquisas que auxiliem no entendimento do mercado e como o serviço ou produto está refletindo, assim observando a tática atual. Se estiver caminhando favoravelmente não há necessidade de um reposicionamento naquele momento, permitindo captar os bons resultados das ações. Se a percepção é negativa, contudo não identificada, o resultado influencia automaticamente os setores financeiro e de venda.

A base de sustentação do reposicionamento tem como construção a concepção dos fatores internos como:

- Entrada em novos mercados;

- Mudança na segmentação;

- Novas estratégias de produto ou tecnologias.

E os externos:

- Mudança de comportamento do público consumidor e/ou novas demandas;

- Mudança de estratégia dos concorrentes ou novos concorrentes;

- Crises ou novas oportunidades.

É importante que estes pontos estejam alinhados com a proposta da empresa. Conforme eles se movimentam, o negócio deve ser revisto e possivelmente alterado.

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Um bom planejamento para as mudanças na marca

Passar por mudanças na empresa soma resultados positivos não só em valores, mas como ideais. Entretanto deve-se tomar muito cuidado para não correr o risco de perder a identidade e a tradição da marca para não afastar os clientes atuais e já fidelizados ao longo dos anos.

Para uma estratégia funcionar é preciso ouvir o mercado e posteriormente conquistar o seu cliente com a ideia criada. Analise o seu público, construa um sistema de identidade estratégica e forme programas e planos de comunicação monitorando os resultados. Seguindo estas orientações os ajustes necessários acontecerão.

Seja por motivos de público alvo como a Melissa fez, alcançar mercados diferentes como a Havaianas calculou, por mudanças no logotipo feito pela Natura, problemas de gestão e fechamento de lojas, como ocorreu com a Colcci, ou escapar de uma crise financeira como a Puma, o reposicionamento foi indispensável para a recolocação destas grandes empresas voltassem a se destacar. Por mais que ocorram transformações no cenário de mercado no qual as marcas estão inseridas, elas revisaram o planejamento, apresentaram novidades, pensaram criativo e ofereceram melhorias para os consumidores, mas permanecendo com a sua essência.

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