Você sabia que entender a jornada do consumidor te ajuda nas vendas?

Você sabia que entender a jornada do consumidor te ajuda nas vendas?

Você sabia que entender a jornada do consumidor te ajuda nas vendas?

Sim, isso é possível. Ela abre margem para você trabalhar uma estratégia digital mais assertiva e, consequentemente, com melhor retorno. A jornada do consumidor é sobre entender o comportamento do público-alvo e fazer um plano de conteúdo para “fisgá-lo” de acordo com o momento em que ele está. E as etapas dessa jornada têm origem em um funil feito através das metas KPIs, que permitem definir a jornada como longa ou curta e é a chance de criar novos planos e objetivos.

KPI

A Key Performance Indicator, conhecida pela sigla KPI, são os indicadores de desempenho (métricas para avaliar algum processo) que servem para fundamentar resultados. E alinhar os resultados com um novo planejamento é o que vai fazer você entender e trabalhar melhor em cima da jornada que o consumidor faz.

Como o próprio nome diz, se trata de um trajeto. E, nesse caso, a melhor coisa é separar por etapas e identificar quais são as fases mais comuns e o que deve ser explorado nelas. É um desafio de conseguir conduzir as pessoas a considerarem seu conteúdo, se interessarem por ele, vê-lo como algo necessário e, então, realizar a compra. E aplicando o que você aprende através dos KPIs, é possível trabalhar com mais assertividade. A melhor compreensão das necessidades da sua empresa certamente pode vir da relação que você fará entre os KPIs e a retenção de clientes.

Para fazer esse tipo de acompanhamento, é possível escolher entre softwares ou planilhas.

Um dos modelos mais utilizados para descrever o caminho da jornada do consumidor é chamado de AIDA, uma palavra formada por Atenção, Interesse, Desejo e Ação. E é através dos 5 As que se mantém a marca na lembrança: Assimilação, Atração, Arguição, Ação e Apologia.

Essas palavras ajudam na formação da estratégia e na manutenção do objetivo através de um trabalho contínuo. E entre os objetivos é comum ver aumento de receita, diminuição de custos, aumento da receita anual, etc.

Topo de funil

O nome “topo de funil” é dado para caracterizar o começo da jornada do consumidor, tendo como ponto central a fase em que o usuário ainda não se deu conta que tem um problema. Nesse caso, é importante começar a investir em conteúdo que chame a atenção do público e, aos poucos, passe a estimular interesse. Os formatos mais recomendados nesse momento são posts em blogs, infográficos e vídeos. Os três vão servir para tirar dúvidas, facilitar a assimilar o conteúdo, ser uma espécie de guia, etc.

Meio de funil

Nessa etapa, os visitantes já podem ser convertidos em leads. Com mais conhecimento do assunto e da sua própria situação, é possível se aprofundar no tema para que o usuário avance de nível. Posts em blogs, webinars e e-books serão fundamentais para dar prosseguimento. A abordagem deverá ser mais específica, com assuntos mais detalhados que funcionem como um complemento daqueles que estavam no topo do funil. No caso dos e-books, é possível ainda aproveitar os e-mails deixados em cadastros e formulários para construir uma base de potenciais compradores.

Fundo de funil

Na fase final, é necessário investir em persuasão e mostrar que você detém a melhor solução para o problema do usuário. É aqui que você vai mostrar que aprendeu sobre jornada do consumidor e conseguir o aumento da conversão de venda. Amostras grátis, exemplos de pessoas satisfeitas (depoimento em áudio, vídeo ou print, por exemplo) e demonstrações do produto ou serviço que você comercializa são os itens para um final de sucesso. E o convencimento após um trabalho minucioso deverá ser recompensador.

Resultados

A partir desses pontos é possível planejar para conquistar um resultado da sua meta. Entender esse caminho percorrido é fundamental para pensar em estratégias de conteúdo e ir conquistando cada vez mais seguidores. E o boca a boca (a tal apologia) feito por eles continua sendo crucial, mesmo em um cenário em que a internet ganha muito holofote.

Vale lembrar que os objetivos precisam ser diretos, simples, ser medidos e devem poder se desdobrar em estratégias e ações, além de ter bom senso.

Com as informações ditas aqui, você já tem o que é necessário para entender sobre a dedicação que o projeto que você possui precisa. Agora é utilizar as ferramentas certas e de maneira organizada para buscar melhores resultados!

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